#133 – Passando a ferro
O dia começa cinza em Gramado, onde escrevo esta crônica. Olho para o céu e vejo nuvens dobrando-se…
#132 – O dia que não existe. Mas existe.
Não sei se sou só eu que penso assim, mas, para mim, entre ontem e hoje parece que…
#131 – A catarata que não cai
Tenho uma relação tranquila com cirurgias. Talvez por causa de meu conhecimento em medicina, o respeito pelos cirurgiões…
# 130 – Carnaval na neve
Ligo a televisão sem grandes expectativas e com certa má vontade. Afinal, vamos concordar: nos últimos tempos, o…
#129 – Tudo! Até o tango…
“Na Argentina tudo pode mudar. Tudo, menos o tango”* – Essa foi a frase que abriu o espetáculo…
#128 – Os espaços vazios da biblioteca
Ontem li o livro O sentido da Vida, do psicanalista Contardo Calligaris, falecido em 2021. Ele, obviamente, não…
#127 – Eu, Holden Caulfield
Algo que me intriga: o sucesso sustentável do livro O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D Selinger,…
#126 – O disco voador de Caiobá
Ontem fomos almoçar em Caiobá, o belo balneário do pequeno litoral do Paraná. A intenção era conhecer um…
#125 – Aquilo a que você resiste, persiste
Por coincidência (ou não...) terminei um ano vendo a exposição de um pensador e comecei o novo vendo…
#124 – Feliz Ânimo Novo
“Poeta maldito” é uma expressão antiga. Parece que quem primeiro a citou foi o poeta francês Alfred de…
#123 – Um Natal artesanal
Todo ano o Natal chega com instruções implícitas. Como se houvesse um manual invisível dizendo o que dar,…